Anseio pela ansia de ver alguém tão ansioso na falta de ansiedade de ultimamente.
Anseio pela bílis que não me falta, mas também não altera minha ansiedade.
Anseio pelo vômito de três dias e noites seguidos que me causa ânsia, mas limpa minha ansiedade de regurgitar na tarde segunte.
(apenas um parêntese).
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As batidas descompassadas e intermitentes de seu coração. Os pensamentos dispersos agora tentavam alinhar-se com seus sentimentos. Naquela mesa de operação, homens de branco reviravam seu interior a procura de uma solução para sua enfermidade. Ela já havia desistido. Sob o sutil efeito anestésico divagava por toda sua vida. Os momentos felizes, os momentos comuns, a rotina. Cresceu, aprendeu, formou família, trabalhou. Tudo como manda os padrões da vida de um ser humano descente e respeitável. Agora estava no fim. Fim? Mas fim de quê? Final de uma vida padronizada? Fim das tarefas que deveriam ser cumpridas? Talvez. Lembrou-se dos seus sonhos de infância e adolescência. Lembrou-se dos planos que até botara em papéis, mas que mais tarde foram jogados fora. Era bom planejar e sonhar com aquilo. Teria uma vida totalmente diferente se seu planos fossem cumpridos. Sentiu intensamente a nostalgia dos tempos que não aconteceram. Sentiu saudades daquilo que não realizou. Agora no fim surgira o arrependimento por aquilo que não havia feito. Em sua mente imagens dispersas de uma vida que não foi sua eram produzidas. Nesta vida ela era a protagonista. Mesmo naquela sala de cirurgia ela podia sentir a brisa de uma vida renovada. A brisa era suave e fresa. Resolveu que não iria mais morrer. Iria deixar seu corpo, este poderia morrer. Entretanto sua alma continuaria vivendo e flutuando levemente pelo céu. Carregaria a nostalgia nos contornos de sua alma e deixaria o arrependimento em seu corpo apodrecido. Suspirou profundamente e sentiu aquela brisa preenchendo seus pulmões. Flutuou. E os homens de branco puderam descansar. Surgiu do céu. Caia em queda-livre. Abandonava a névoa acinzentada de sua origem. Mais longe, mais longe, mais longe. Transparecia os relutantes raios de luz. Caia. Mais longe. Caia. Mais longe. Chocou-se com a superfície seca de parte da vegetação. Era esta secura que deveria evitar. Tocou em uma folha. Espalhou-se por sua superfície. Encontrou-se novamente e mergulhou em outra folha. Escorreu pelo caule espinhoso e sofrido. Precisava evitar a aridez. Não teria despencado de um temporal sem algum motivo. Qual seria sua função? Ansiava por saber. Buscou a resposta em cada milímetro daquele vegetal. Não poderia secar daquela maneira. Futilidade seria simplesmente cair por cair. Não queria a hipocrisia dos que não buscam. Não queria a secura dos que somente caem. Escorreu. Buscou. Perdeu sua origem. Agora era somente: mais longe, mais longe, mais longe. Tocou de leve a terra árida. Molhou. Secou. Entretanto encontrou sua resposta. Desceu a escada carregando com dificuldade sua pesada consciência. Um degrau de cada vez. Lentidão ao lado do temor. Natal. Calor. Manhã. Garoto. Cama. Teto. Sonho. Grito. Teto. Chinelo. Alongamento. Porta. Banheiro. Porta. Café. Pai. Grito. Ressaca. Soco. Garoto. Sangue. Grito. Escada. Porta. Calçada. Choro. Dor. Chuva. Barro. Casas. Janelas. Crianças. Presentes. Alegria. Garoto. Lama. Água. Choro. Caminhada. Trabalho. Desânimo. Hotel. Toalha. Curativo. Uniforme. Gel. Pente. Sorriso... Noite. Garoto. Vestiário. Roupa. Ponto. Rua. Brisa. Suspiro. Desânimo. Esquina. Soco. Sangue. Chute. Sangue. Calçada. Grito. Gangue. Corrida. Garoto. Choro. Vômito. Calçada. Arma. Bolso. Caminhada. Dor. Casas. Janelas. Crianças Brincadeiras. Alegria. Garoto. Sangue. Raiva. Casa. Porta. Chave. Escada. Pai. Cachaça. Grito. Garoto.Grito. Ódio. Pai. Soco. Garoto. Bolso. Gatilho. Estalo. Pai. Chão. Sangue. Grito. Estalo. Suspiro. Estalo. Nada. Garoto. Sorriso. Gatilho. Estalo. Chão. Árvore. Interação contigo mesmo. Uma profunda busca de razões para reações inexplicáveis. Entrar na mente humana é uma tarefa difícil, principalmente quando essa mente é a sua...há muito mais coisas do que se imagina acontecendo com você. Vamos começar a sessão. Primeiro: quebre todas as barreiras do "eu nunca vou fazer isso", "esse tipo de coisa eu não faço". Segundo: você não sabe nada sobre si próprio...ou tudo o que sabe não vale mais, entaum esqueça. Terceiro: concentre-se...naum importa em que, apenas faça isso pq dizem que é bom nessas horas. Sabe aquela situação que tanto te incomodou? Não sabe? Bom, eu sei. Reflita sobre ela e como tudo aconteceu. Está ficando chateado? Nervoso? Isso vai de cada um. Mas é a ordem natural das coisas. Agora utilize um pouco de empatia. Pare de se sentir a vítima da história. Pense nas suas atitudes e como elas influenciaram tal ocasião. Hm...keep going...acho que um "Q" de dúvida acaba de surgir, neh?!Um bom começo. O que você fez de errado dessa vez? Cuidado com a inveja...lembre-se que a simpatia é muito apreciada hoje em dia. Não precisa mudar o seu jeito de ser. É simples: seja você de uma forma agradável. Assim ninguém vai reclamar. Não se assuste com o período de adaptação...afinal não é sempre que fazemos uma auto análise psicológica. As mudanças vão acontecer aos poucos. Mas sempre fique atento! Devo informar que este sistema não se adapta a todos. Se não houver melhoras, consulte um especialista. O grande barato da vida é a calmaria que vem após a tempestade. A incompatibilidade adquire certa harmonia com a vida. O muro está lá, intacto, mas já faz parte do meu ser, não teria como abrir mão de sua existência nesta altura do campeonato. As frases que surgiam com tamanha facilidade, hoje demoram cerca de sete milésimos de segundo a mais para serem formuladas. Seria isto um bom sinal? Deixo esta pergunta vagando pelo ar. Talvez ela escape pela janela e seja devorada pelos urubus que estão a espreita do lado de fora, só esperando algo podre sugir. Decidi tapar o sol com a peneira pois não encontrei nenhum abrigo que me proteja de seus raios intensos e escaldantes. "Vida louca vida, vida breve...já que eu não posso te levar, quero que você me leve..." Acho que o castigo é esse... ...ser inexplicavelmente incompatível. --rafa-- Hey! Me ouça! Fale comigo! Mas fale alguma coisa que me interesse ou melhor...que naum me deixe a sonhar com os tempos que se foram mas nunca aconteceram. Porque naum quero mais ouvir seus "causos" com minha cara de paisagem e mente distante. Aprenda a ouvir caralho!!! Seja útil pra mim. Não é pra isso que vc existe?? naum? Outros fazem tão bem ou até melhor o papel que deveria ser seu. Hm...(momento respiração)...só eu me preocupo com esse tipo de coisa? só eu? só? hein? Vc naum entenderia. Vc tem a cabeça grande e a alma vazia. Eu sei que sou injusto, mas...mas...mas...neurótico. Prefiro ouvir os xavecos bizarros das putas da minha rua. (preciso parar com isso, preciso parar com isso, preciso parar com isso, preciso parar com isso, preciso parar com isso, preciso parar com isso, preciso parar com isso, preciso parar com isso, preciso parar com isso, preciso parar com isso, preciso parar com isso...) eu sou neurótico. Cheguei a uma conclusão: naum tenho o que te dizer. Por favor continue me contando as suas histórias bizarras porque mal consigo conter minha ansiedade. Comece...terminou? ah...ta...agora vou embora pra não começar um assunto e ser golpeado por uma resposta sem nexo. Obrigado. O muro é confortavel. Não queria admitir, mas eu gosto do muro. Enxergo tudo aqui de cima...os dois lados. Os dois extremos. Os lados opostos. Não sou extremista, queria que não existissem estes extremos. Fico pendendo para um lado e para o outro. Me equilíbrio um pouco e volto ao centro do muro. De repente levo um susto e quase caio para um dos lados. Tenho medo de um deles, mesmo parecendo tão mais emocionante. O outro lado é maravilhoso, mas não consigo me encaixar nele. Parece que nunca vou conseguir. Mas sei que é o lado certo e aquele em que eu já deveria ter me estatelado faz tempo. Mas não consigo sair do muro. Entendam a minha dificuldade. Fui pressionado minha vida inteira, por ambos os lados, mas me mantive em equilíbrio. Em um deles sinto um conforto muito grande e do outro sinto uma atração que posso considerar "fatal", literalmente. Tenho medo de perder o equilíbrio. Eu sei que vai acontecer, mais cedo ou mais tarde. E outra pessoa vai ocupar o meu lugar no muro...a fila é grande. Vou ser mais últil fora do dele. Foda-se! Eu nem queria mesmo... Naum precisava disso. Tanto faz pra mim. Desisto...cansei de correr atrás. De atirar a primeira pedra. De bolar planos "infalíveis". Vou seguir de cara fechada e sorriso frouxo...pelo menos por hoje. Amanhã decido o que vou fazer...ou naum...vamos caetanear. Acho que o neologismo "caetanear" eh perfeito. Serve para todas as sentenças e se encaixa em todos os contextos possíveis e imagináveis. Inclusive neste post. É isso aí...uma homenagem a Caetano Veloso, o cara que naum me deixa trabalhar agora, no momento em que eu deveria estar planejando propostas. Naum vou me chatear. Naum vou bater a cabeça na parede. Naum sou racional demais. Naum sou emotivo de menos. Só Caetano me entende... ...ou naum. Você não ouve o que eu ouço...então vamos sentar juntos e fazer um pudim. Silêncio. Pausa. Respire...percebi que as loiras falam demais. Esta é uma mensagem minha para toda a humanidade. --rafa-- Este final de semana será agitado. Minha agenda está lotada. Se quiser me encontrar ligue para minha secretária e marque um horário....quem sabe no dia 24 de dezembro entre as 14 e 17 horas eu tenha uma horinha pra você. Não se esqueça de trazer o meu presente de Natal. Vou dar férias para o Papai Noel, bem no dia 25. Combinei com meus sócios e nós mesmos iremos distriburir os presentes às criancinhas. Minha mãe vai ajudar com os embrulhos. Ela é boa nisso! Mas voltando a este final de semana...sua ligação está sendo encaminhada para a caixa de mensagens, após o sinal deixe ser recado...PIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII.
As pessoas naum pensam em se divertir. Ficam presas em seus mundinhos infantis movidos a princípios ultrapassados. As pessoas naum pensam em sair por aí, sem rumo e sem planos. Preferm ficar em casa com a cara enfiada em seus livros cheios de fórmulas e algarismos indecifráveis ou assistindo programas ridículos e rindo de piadas repetitivas. As pessoas naum mudam...elas esquecem.
Encontrei minha paciência debaixo da cama, bem ao lado do prato sujo q na semana passada lá deixei... Acho q isso finalmente acabou.
Calmaria que se estende aos confins da mais devastadora tempestade no penhasco do mundo. --rafa--
Layout por
- Postado por: --rafa-- às 16h00
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Resposta.
- Postado por: --rafa-- às 23h28
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Picadeiro.
Ali. Bem no centro daquela lona amarelada e suspensa. Areia fétida se espalhava por aquele picadeiro. Holofotes acesos. Uma luz tão ou mais amarela que a lona. Sua intensidade ofuscava seus olhos. Não conseguia mais enxergar seu pai. Apenas o ouvia contando o final da piada. Agora era sua deixa. Mas precisava avistar o pai antes de iniciar o número. Felizmente uma das lâmpadas queimou naquele momento. Agora estava preparado. Colocou um sorriso no rosto e entrou no picadeiro. Não queria, mas fazia parte de seu trabalho. Sorriso frouxo. Voz com tom de falsa animação. Até quando teria que agüentar aquilo? Carregava apenas quatorze anos nas costas. Sabia que aquilo não era para ele. Estava vivendo a vida do pai. Podia sentir a paixão pelo circo no olhar de seu pai. Mas o garoto não poderia ficar preso para sempre naquela casa de lona. Pensava nas pessoas. Queria amigos. Como sentia falta de amigos! Certa vez encontrou um. Filho de um dos vizinhos do circo. Eram da mesma idade. Brincavam sempre escondidos dos pais. Lembrava que o amigo estava sempre tossindo e que inventavam "poções" feitas de lama e estrume de cavalo para curar sua tosse. Ambos bebiam a "poção" e davam gargalhadas, pois aquilo realmente funcionava, pelo menos nas duas primeiras horas. Um dia o amigo não apareceu para brincar. Estava chovendo. Mas isso nunca havia sido problema para os dois. O garoto desistiu de esperar. Resolveu correr na chuva, pular nas poças, nadar nas valetas. Foi em uma dessas valetas que encontrou o corpo de seu amigo. Todo encolhido e extremamente pálido. Sangue escorria de seus lábios. O garoto sentou ao lado do corpo. A chuva ainda caia, agora mais intensa. Ficou ali durante toda a tarde. E naquele dia não tomou a poção. Sabia que agora o amigo estava curado. Mais tarde o corpo foi levado por homens de branco. O garoto permaneceu naquele lugar. Parado pelo resto do dia. No dia seguinte seu pai disse que já estava na hora do filho começar a participar do grupo de palhaços do circo. Aceitou. Não queria mais brincar na lama. A partir daí ensaiava todos os dias. Nunca gostou daquilo. O pai dizia que quanto mais cedo começasse a trabalhar, mais cedo teria seu próprio circo. Então trabalhou. Simplesmente trabalhou. Esqueceu das pessoas. As arquibancadas estavam sempre cheias. Mas fazia as apresentações para encher o orgulho o pai. Esquecia dos outros. Isso fazia mal a ele. Estava só. Cada dia se tornava mais difícil abrir as cortinas com um sorriso no rosto. O pai estava esperando seu filho iniciar a piada, mas ela simplesmente não saiu de seus lábios. Ao invés disso uma lágrima rolou de seu rosto, borrando a maquiagem de palhaço. O sorriso não estava mais presente. Naquele momento sentiu apenas um olhar profundo que vinha da platéia. Um olhar que parecia compreender toda a sua tristeza. Olhar de um solitário assim como ele. Deixou o picadeiro. Não mais ensaiou. Agora correria para o mundo em busca de amigos. E entre esses amigos encontraria um melhor amigo com quem pudesse dividir sua vida. Uma semana depois recebeu um embrulho. Era uma pintura de seu próprio rosto. A feição daquele dia no picadeiro. Cabelos despenteados, olhos tristes, rosto borrado de tinta, ombros caídos. Não havia assinatura. Mas sabia quem o havia pintado. Não estava mais só. Pois somente um solitário entende a real tristeza de outro solitário.
- Postado por: --rafa-- às 00h10
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Momento de lucidez.
Olhos lacrimejantes, vermelhos, irritados. Mãos firmes.
Não enxergava nada ao seu redor. Tudo era como uma mancha negra. Um borrão, assim como toda a lembrança de toda a sua vida.
Agora estava próxima a janela. Sabia disso porque sentia a brisa suave de uma noite de verão.
Passos de multidão surgiam na escada. Muitos passos. Dez, vinte, talvez trinta pessoas. Todos hipnotizados, assim como ela.
A janela estava a um passo.
Sentiu o rodapé. Cobertura de um dos prédios mais altos da cidade.
Suspiro profundo seguido de um sorriso amarelado.
A multidão se aglomerava ao seu redor e nas outras janelas do apartamento.
Silêncio mútuo. Todos pararam de respirar. Olhares profundos, mas que não enxergavam. Abandonaram ali suas consciências. Tiraram todo o peso da vida.
Subiu no parapeito e num impulso pulou. Assim fizeram todos. Um por um. E voaram. Todos voaram tranqüilos e aliviados, deixando seus temores para trás. De braços abertos sentiam o mundo e sua futilidade sendo deixados para trás. Lá em baixo, meros mortais de alma vazia. Estes nunca poderiam voar. Estariam para sempre fixos a um mundinho de vaidades.
Mas não mais seriam assim os que saltaram. Voariam para sempre. Ou até quando a vida lhes tirasse o fôlego.
- Postado por: --rafa-- às 13h57
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Árvore
- Postado por: --rafa-- às 23h14
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Sistema de Auto Consulta Psicológica
- Postado por: --rafa-- às 15h13
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Peneira
- Postado por: --rafa-- às 07h08
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- Postado por: --rafa-- às 15h40
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Pensamentos de um alguém generalizado
- Postado por: --rafa-- às 22h41
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sentado no muro
- Postado por: --rafa-- às 10h33
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"Caetanear"
- Postado por: --rafa-- às 16h20
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Mensagem para o mundo
- Postado por: --rafa-- às 10h10
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Fenomenal utopia de hoje
- Postado por: --rafa-- às 11h43
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Sem hora marcada
- Postado por: --rafa-- às 08h50
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...e aí vem a calmaria
- Postado por: --rafa-- às 19h04
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Let me introduce myself...
Pseudo-solidão agregada a volores inexpressivamente emocionais, sem valor real.
Temores fétidos e pensamentos fúteis aos olhos sobrenaturais superiores.
Risadas falsas em faces descontentes pela alegria esquecida na imaginação de outros.
Paciência...mudanças são necessárias.
- Postado por: --rafa-- às 14h14
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